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Embrapii apoia hidrogênio com luz solar e resíduo de biodiesel

Projeto H2Genio, da Unidade Embrapii IFCE com a THV, usa fotocatálise do glicerol e mira siderurgia, fertilizantes e química de baixo carbono.

EU
Equipe Usinagem360
08 set 2026 · 1 min de leitura
Embrapii apoia hidrogênio com luz solar e resíduo de biodiesel
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A Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) apoia o H2Genio, tecnologia que transforma glicerol — resíduo da produção de biodiesel — em hidrogênio de baixo carbono com luz solar. O desenvolvimento é da Unidade Embrapii Instituto Federal do Ceará (IFCE) em parceria com a empresa THV.

Diferente da eletrólise, a rota usa fotocatálise ativada pela radiação solar e dispensa grandes estruturas eletrolíticas. Segundo a Embrapii, cerca de 10% do volume de biodiesel vira glicerol residual; o processo também gera compostos de valor, como di-hidroxiacetona, gliceraldeído e ácido fórmico. Sensores, nuvem e inteligência artificial ajustam vazão, temperatura e pH.

As aplicações previstas incluem amônia verde para fertilizantes, uso parcial em siderurgia, células a combustível e indústria química. O projeto está em validação laboratorial e deve seguir para testes em ambiente relevante. A ideia não é substituir a eletrólise, e sim diversificar rotas de hidrogênio aproveitando sol e biocombustíveis no Brasil.

Fonte: EMBRAPII — conteúdo republicado com fins informativos. Todos os direitos pertencem ao veículo de origem.
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